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8 de Março - Dia Internacional da Mulher Trabalhadora.

Mulheres na linha de frente para a emancipação integral da classe trabalhadora! Solidariedade de classe para combater o machismo!


Diferente do que é posto por todo o aparato midiático e pela esquerda pequeno-burguesa, o Fórum de Oposições pela Base (FOB), compreende a importância de afirmar o dia 8 de março como o dia da mulher trabalhadora. As mulheres compõem mais da metade do contingente de trabalhadores superexplorados/as, precarizados/as e subempregados/as. De acordo com a pesquisa feita pelo IBGE (2010), as mulheres brasileiras constituem um total de 39,5 milhões de trabalhadoras. Desta massa de proletárias, mais da metade delas (51,2%) está submetida ao trabalho informal. Vale lembrar que esse recorte de classe também aparece quando nos referimos aos índices de violência contra a mulher, onde a maioria esmagadora que sofre os diversos tipos de violência são de mulheres proletárias, sobretudo negras e moradoras da periferia. A mulher trabalhadora continua a sofrer com toda a opressão do âmbito doméstico imposto pela moral social (moral burguesa) em seu local de trabalho, sendo obrigada a assumir uma jornada de trabalho extenuante, precarizada, informal e ainda somada às tarefas do trabalho doméstico nos cuidados do lar e dos filhos. Nos últimos anos, com os Megaeventos no Brasil, evidenciaram-se as formas de opressão e superexploração da classe trabalhadora, dentre elas, vale ressaltar a acentuação do turismo sexual. É preciso entender o turismo sexual como negócio extremamente exploratório/degradante para a mulher e lucrativo para o agenciador/cafetão. A mercantilização do corpo e da sexualidade da mulher cisgênero e transgênero alimenta o bolso da grande burguesia e de muitas mulheres, que ao explorarem suas “companheiras”, tornam-se inimigas de classe.

A LUTA DA MULHER É A LUTA DO POVO!
A LUTA DO POVO É A LUTA DA MULHER!

Avante, proletárias! 

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